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#877-A alegria

Começou a maior festa do cinema nacional. O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chega a sua 43ª edição com diversos curtas e longas inéditos. A partir de hoje você acompanhará aqui no Daiblog a cobertura do evento.

A alegria

Os realizadores definem o primeiro filme exibido na Mostra Competitiva 35mm como um "ovni". De fato, é algo muito diferente e difícil de se identificar - e até mesmo explicar. O gênero e até mesmo a história do filme beiram o experimental, com elementos de fantasia, drama, comédia (na parte dos diálogos jovens) e suspense.
A alegria
A protagonista é Luíza, adolescente de 16 anos que descobre o primo gemendo no banheiro. O rapaz foi baleado no pé e todos pensam que ele morreu. Mas acaba que ele reaparece em sua casa e a jovem decide escondê-lo da família. Enquanto mantém o segredo, ela vai para a escola e vive aventuras com amigos.
A alegria
A alegria em alguns momentos lembra A concepção por causa dos anseios e vontades de se viver intensamente. Fazer o que der na telha ou colocar a criatividade para falar acima da razão é algo que quebra barreiras do convívio em sociedade e as regras do sistema. Então, por ser algo perigoso e "ilegal", pode ser ainda mais divertido para os estudantes da história.
A alegria
Selecionado para a Quinzena dos Realizadores, o filme chama atenção pela fuga do realismo. Quem assiste é tragado pela mente da protagonista, que tem referências bem diferentes da maioria das pessoas. E provavelmente quem não conseguir viajar nesses pensamentos não vai conseguir entender a "alegria" que se trata o roteiro. Um filme envolvente e curioso.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

A alegria (Brasil, 2010) Dirigido por Felipe Bragança e Marina Meliande. Com: Tainá Medina, Junior Moura, Cesar Cardadeiro, Flora Dias, Rikle Miranda, Marcio Vito, Maria Gladys, Mariana Lima, Sandro Mattos, Clara Barbieri, Gabriel Filgueira e Carlos Caff

Cachoeira

 Sinopse: Inspirado em fatos reais. Um grupo de jovens indígenas do alto Rio Negro, no Amazonas, participa de rituais em que misturam bebidas e fazem um pacto mortal e místico.



O primeiro curta que abriu o festival deste ano mostra o ator Begê Muniz (versão manauara de Jacob, da saga Crepúsculo) como um índio que cria bebidas com diversas misturas. O mix acontece também na narrativa, que parece documentário e ficção. O resultado é um filme intrigante.
Cotação do Daiblog:
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Cachoreira (Brasil, 2010) Dirigido por Sergio José de Andrade. Com Begê Muniz, Djuena Tikuna, Fidélis Baniwa, Anderson Tikuna, Anderson Moreira, Severiano Kedassere, Osmar Moreira, Raimundo Kissibi Dessana e Thiago Tikuna

Fábula das três avós

Sinopse: Natália é uma pequena órfã, que será levada por um sujeito esquisito a conhecer as suas avós. Ela terá que escolher uma de que goste de verdade. Mas suas avós não são muito normais.

Infantil e fantástico, o curta mostra uma menina que é levada para escolher com qual das três avós ela vai morar. Só que todas são bizarras e ela vai passar por situações ainda mais estranhas quando for até a casa de cada uma delas. Suspense e humor se unem numa fábula criativa e encantadora. Eu gostei!

Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblogDaiblog

Fábula das Três Avós (Brasil, 2010) Dirigido por Daniel Turini. Com Mariana Emerick, Eduardo Gomes, Geísa Gama, Lucélia Machiavelli e Bri Fiocca

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