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Entrevista com o ator Taylor Kitsch

Não é sempre que um ator tem a oportunidade de interpretar um veterano da Guerra Civil que é transportado para o planeta Marte e conhece uma bela e determinada princesa e pode ajudá-la a travar sua própria guerra civil. Para Taylor Kitsch, que chamou a atenção interpretando Riggins na série de TV muito aclamada Friday Night Lights, a chance de interpretar o papel-título de John Carter no filme John Carter: Entre Dois Mundos (John Carter) do escritor/diretor vencedor do prêmio da Academia® Andrew Stanton era uma oportunidade que ele não iria perder.

Seu personagem John Carter tem um passado incrível. Como isso trouxe informações para a atuação?
Quando li o roteiro pela primeira vez, fui atraído para essa história direcionada pelos personagens e para o fato de que ela se beneficiaria por ser filme de um grande estúdio. Isso deu aos cineastas uma oportunidade de fazer o filme de uma forma incrível. Você conhece o passado de John Carter com a família dele, a Guerra Civil e tudo mais. É difícil de interpretar, mas me dá uma tremenda base que serve de fonte de inspiração durante todo o filme. Por exemplo, em uma cena, você verá Carter brincando com seus anéis e saberá o que aquilo significa para ele de verdade. É ótimo, como ator, porque é algo em que realmente se pode mergulhar. É ótimo.
O que você acha que o público vai gostar em relação a esse filme?
Há muito para se gostar. Eu fico repetindo que só a cena do grande macaco albino já vale o preço da entrada do cinema. Visualmente, vai ser incrível. Acho que o público vai gostar dos personagens; acho que vai conseguir se identificar com eles. Não é só um filme de efeitos especiais com coisas explodindo e um cara para quem você basicamente não está nem aí. Você se preocupa com John Carter e você se preocupa com a jornada dele. Você vê um incrível arco que vai de quem ele é, seu novo começo e seu renascimento e, apesar de existirem efeitos especiais, também há excelentes atores com quem tive a felicidade de contracenar também.

O que torna o personagem John Carter tão atraente?
O que tornou tão interessante interpretar esse personagem e o motivo pelo qual me sinto ligado a John é a sensação de que ele é real. E eu acho que isso influenciará o público também. O sentimento de perda de Carter, a recuperação de sua humanidade e sua honra e o reencontro com o amor são temas humanos comoventes que surgem com este personagem na tela.
Quando você soube que queria ser ator e como conseguiu realizar esse objetivo?
Houve coisas que meio que me disseram isso quando eu era criança, assim como desempenhos que mudaram o meu ponto de vista. Eu adoro contar histórias. Eu adoro conduzir as pessoas a um desempenho. Eu adoro o tipo de escapismo que isso traz. Eu gosto de trabalhar com atores brilhantes. E eu tive o prazer de fazer isso e espero continuar a ter. Não há melhor forma de arte com que eu já tenha lidado em que se aprenda mais sobre si mesmo. Eu sempre quis me manter em crescimento e me tornar um ator melhor e tudo mais que vem com isso também.
Você gosta de assistir a esse tipo de aventura de ficção científica no cinema?
Eu adoro assistir a um bom filme no cinema tanto quanto qualquer pessoa. É tudo uma questão de escapismo e de apreciar o arco e a viagem incrível e se perguntar aonde a cena seguinte levará e o que acontecerá. Só de fazer parte dele e criá-lo já o torna muito especial para mim. Eu adoro filmes que nos levam bem para o meio do conflito. E eu acho que nós levaremos você bem para o centro de Marte e certamente você sentirá isso quando eu estiver dentro da caverna, quando Dejah está lutando e quando estou cercado por tharks. E quando estamos na arena de gladiadores, eu espero que você esteja bem ali conosco.
Clique aqui para ler também a entrevista com Lynn Collins, que também trabalha no filme John Carter: Entre Dois Mundos.

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