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Documentário sobre o Rei da Pilantragem

Carlos Imperial revelou grandes artistas, como Roberto e Erasmo Carlos, Tim Maia e Wilson Simonal. Compôs canções de sucesso, como A Praça, Vem Quente que Eu Estou Fervendo, Mamãe Passou Açúcar em Mim e Nem Vem que Não Tem. Foi apresentador de TV, atuou em cinema e fez sucesso até na política. Mulherengo ao extremo, malandro e inteligente, Imperial muitas vezes criava factoides para promover seus trabalhos e conquistar espaço na mídia.


Empenhou-se em criar uma figura pública de cafajeste. Por muitos anos, ficou conhecido, por exemplo como “homem vaia” nos programas de auditório. A trajetória do rei da pilantragem, contada no filme Eu Sou Carlos Imperial por meio de seu peculiar filtro brincalhão, mulherengo e polêmico, chega aos cinemas em 17 de março. Verdades e mentiras, ficção e realidade, depoimentos documentais e outros encenados ficam embaralhados. No documentário sobre Imperial, assim como em sua vida, a "pilantragem é a apoteose da irresponsabilidade consciente”.

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