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Crítica: Vivendo no Limite, um filme vazio

Michel Toronaga - micheltoronaga@daiblog.com.br

Dizem que conselho de mãe é coisa séria. E Vivendo no Limite mostra isso. No filme, uma mãe avisa para o filho tomar cuidado com as amizades, mas ele não presta atenção. Assim, o longa-metragem dirigido por Nick Parada mostra a perigosa espiral de decadência do jovem Johnny (Will Chavez).


Influenciado pelo irmão de Stephanie, sua namorada, ele passa a frequentar o mundo do motocross e do tráfico de drogas. Ele ganha muito dinheiro e, por se envolver com situações ilícitas, entra em várias enrascadas. Mais ou menos tudo o que foi profetizado por sua mãe, sempre preocupada com a segurança do filho.


O mais curioso é que o piloto Beau Manley, que interpreta o revoltado Jesse, é o que se sai melhor no filme. Mesmo sendo estreante como ator, ele convence no papel. No elenco, o conhecido nome de Danny Trejo (Machete) chama a atenção, mas sua importância no filme é quase nula.


Com muitas gírias e pouca originalidade, o filme não surpreende. Alguns momentos mais inspirados chamam a atenção, como o interessante trabalho de fotografia, principalmente nas sequências que mostram as manobras radicais com as motocicletas. No final das contas, por trás de toda a rebeldia, o que fica é uma mensagem sobre a importância de se ouvir os mais velhos.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme Vivendo no Limite:

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