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Crítica: Floresta Maldita é mais um filme esquecível

*Por Michel Toronaga - micheltoronaga@daiblog.com.br

Se você acompanha o Daiblog com regularidade deve ter lido algumas postagens sobre o filme Floresta Maldita, como uma entrevista com o diretor. O longa-metragem seria lançado nos cinemas, mas foi direto para as locadoras e pode ser visto também na Netflix. Agora adivinha o motivo para isso?


O filme não é bom. O que é uma pena, pois trata de um tema interessantíssimo: a floresta de Aokigahara, situada na base do Monte Fuji, no Japão. O local, apesar de ser muito bonito, não é considerado o melhor programa na terra do sol nescente. Isso porque as pessoas vão para a floresta para se suicidar - uma mórbida tradição no país.


Na trama, a personagem de Natalie Dormer descobre que sua irmã gêmea desapareceu. Disposta a encontrá-la, ela viaja dos Estados Unidos até o Japão. Mesmo escutando diversas pessoas sobre os perigos da floresta, ela insiste que a irmã está viva, perdida em algum lugar entre as árvores.


Intercalando entre a paranoia e o sobrenatural, o filme chega a ser curioso por não se saber ao certo se tudo é fruto da imaginação da protagonista ou se realmente existe algo de errado com a floresta. Jason Zada, diretor do divertido curta de terror interativo Take This Lollipop, estreia no formato longa-metragem com um título regular, prejudicado por um roteiro que não dá medo e nem surpreende. E se tratando de terror, barulhos em alto volume são uma das formas mais preguiçosas de assustar o público. Poderia ser bem melhor.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme Floresta Maldita:

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