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Mix Brasil - Crítica: Growing Up Coy é um documentário tocante

*Por Leonardo Resende - hashtagcinema@daiblog.com.br

Em 2013, o nome Coy Mathis ficou bastante conhecido, principalmente na imprensa norte-americana. Coy é uma menina de seis anos. Ela se tornou um símbolo emblemático para o ativismo transgênero. O diretor Eric Juhola reuniu diversos relatos, imagens da mídia e uma montagem única para compor o documentário Growing Up Coy, longa-metragem exibido na 24ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.


Coy é uma menina transgênero que vive com sua família no Colorado, nos EUA. A menina insistiu em apenas uma vontade: usar o banheiro feminino na escola em que estuda. Após a reprovação da instituição de ensino, seus pais, Jeremy e Kathryn, procuraram apoio judicial e midiático para o episódio tão retrógrado. O processo de Coy contra o Estado é um dos primeiros que luta pela igualdade transgênero e transexual.


Fugindo do óbvio, assim como o restante de filmes apresentados no festival, Growing Up Coy abandona toda aquela estrutura jornalística de documentário ativista. Dado o tema e atualidade, é impossível fugir de tal engajamento (ainda mais com o novo cenário político americano), porém a obra consegue tal feito. Existe toda uma construção de narrativa em que paira discussões, mas também há o lado humano. Juhola consegue equilibrar essa transição com muita habilidade.


Ao lado de Tomboy (2011), Growing Up Coy é de suma importância para o ativismo LGBTT e, assim como o filme citado aqui, a obra de Juhola transporta ao espectador toda aquela inocência de Coy e deixa diversos questionamentos: até quando o sonho de igualdade vai incomodar tanto?
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme  Growing Up Coy:

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