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Crítica: Minha Mãe é Uma Peça 2 mantém a qualidade do humor

*Por Michel Toronaga - micheltoronaga@cine61.com.br

A mãe mais nervosa (e querida) do cinema nacional está de volta para a nossa alegria. Minha Mãe é Uma Peça 2 entra em cartaz trazendo novamente o ótimo Paulo Gustavo no papel de Dona Hermínia. Com todos seus chiliques e exageros hilários, ela tenta manter a ordem em casa enquanto trabalha em seu talk show na televisão.


Assim como o primeiro filme, a continuação une comédia e drama familiar para arrancar gargalhadas e emocionar o público. É muito fácil identificar algum parente nos diálogos frenéticos, que quase não permitem que se recupere o fôlego entre uma cena engraçada e outra. Desta vez, o conflito maior gira em torno dos filhos Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Marcelina (Mariana Xavier), que estão crescendo e se tornando independentes.


A síndrome do ninho vazio atinge a protagonista, que continua dramática ao extremo. Mas todos sabemos que, por trás de toda implicância, existe um grande amor de mãe. E a mensagem sobre a família é apresentada mais uma vez. Paulo Gustavo permanece bem à vontade no papel, com trejeitos e expressões únicas. Patricya Travassos é um novo nome do elenco, que repete praticamente todos os atores do primeiro filme.


Com direção de César Rodrigues (Vai que Cola, o Filme, High School Musical: O Desafio e Uma Professora Muito Maluquinha), o longa-metragem prova que ainda há muito pano para manga para Dona Hermínia. A sequência conseguiu manter a qualidade do original, o que é uma boa surpresa. E o final em aberto permite mais uma continuação, o que não seria nada mal.
Cotação do Cine61: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme  Minha Mãe é Uma Peça 2:

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