Super Hiper Mega Banner

Crítica: Viva mostra como se faz um roteiro dramático

*Por Leonardo Resende - hashtagcinema@daiblog.com.br

Muitas vezes o cinema de ficção consegue fazer com que o público reflita algumas realidades melhor do que algumas obras documentais. O cineasta irlandês Paddy Breathnach retrata Cuba em seu mais recente filme, que estreia esta semana. Na trama, a corrupção e a pobreza são as únicas realidades dos personagens principais de Viva. O filme tem como produtor executivo o astro Benicio Del Toro.


O longa-metragem, que é uma coprodução entre Cuba e Irlanda, mostra a história de Jesus (Héctor Medina), um rapaz de 18 anos. Jesus está no delicado momento de descobertas. Cercado de indecisões, ser um performer de uma boate em que faz maquiagens nas drag queens é o seu maior sonho. Contudo, sua vida muda quando seu pai Angel (Jorge Perugorría), ex-boxeador, o soca.


O Daiblog – Diversão, Arte e Informação já conferiu alguns filmes LGBTs que apresentam a temática de descoberta do protagonista. Alguns são genéticos, outros subversivos, como O Monstro do Armário. Viva, de fato, mostra a aceitação de Jesus. Porém, o diretor adentra de modo mais complexo nas relações. O Monstro no Armário também mostrou a relação entre pai e filho, mas ao comparar com Viva, nota-se que Breathnach conseguiu dirigir isso com mais profundidade.


Talvez não seja o melhor exemplo de auto-conhecimento sexual, mas as locações e a fotografia com cores quentes fazem Viva valer o ingresso. E caso o espectador queira um exemplo de roteiro sobre relações interpessoais, Viva é marcante.
Cotação:DaiblogDaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme Viva:

Nenhum comentário

Todos os comentários do Cine61 são moderados por nossa equipe. Mensagens ofensivas não serão aprovadas. Obrigado pela visita!

Tecnologia do Blogger.