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Crítica: Pesadelo Vivo é formado por coletânea dos anos 80

*Por Michel Toronaga - micheltoronaga@cine61.com.br

Dois amigos entram discretamente em uma videolocadora e roubam três fitas. VHS mesmo, já que estamos na década de 1980. Chegando em casa, eles assistem aos filmes. É assim que começa Pesadelo Vivo, longa-metragem britânico formado por três histórias de terror. É como uma versão do norte-americano Creepshow: Show de Horrores, só que com um orçamento menor.  


A direção ficou a cargo da dupla Michael Armstrong e Stanley A. Long. O primeiro conto - e mais fraco - fala de um idoso que faz teatro com bonecos na rua. A profissão, que tanto lhe agrada e anima crianças, é vista com raiva pela própria família. Sua esposa e o filho de criação odeiam os bonecos. Até que algumas mortes começam a acontecer.


O segundo segmento, chamado Casa dos Sonhos, mostra recém-casados que sofrem com uma casa cheia de problemas estruturais. Para piorar, a esposa começa a ter visões de vultos e assassinatos. Apesar de soar bem previsível, o roteiro tem um desfecho surpreendente e alguns bons momentos. Esse curta foi adaptado e virou um longa em 2010, chamado Psychosis.


Por fim, o último trecho do filme é sobre um jovem que decide trabalhar como jardineiro em uma casa onde moram duas velhinhas simpáticas. Ele precisa de dinheiro para consertar sua moto, então aceita o bico. As senhoras acreditam muito em fadas e duendes, embora sempre alertem sobre os perigos dessas criaturas mágicas. É muito difícil filmes como Pesadelo Vivo serem ruins, mas o resultado não é dos melhores por questões técnicas. A edição mal-feita e a iluminação ruim estragam muito clima que o terror pede. Mas vale uma conferida, principalmente se você for fã dos filmes do gênero do anos 80.
Cotação do Cine61Cine61Cine61

Veja aqui o trailer do filme Pesadelo Vivo:


Screamtime (Reino Unido, 1983) Dirigido por Michael Armstrong e Stanley A. Long. Com Vicent Russo, Marie Scinto, Kevin Smith, Michael Gordon, Robin Bailey, Ann Lynn...
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