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Conheça os filmes do festival É Tudo Verdade em Brasília

O É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários apresenta, entre 4 e 7 de maio, sua tradicional itinerância na capital federal. São dez sessões, com entrada gratuita, no Espaço Itaú de Cinema/Shopping CasaPark. Entre os títulos programados encontram-se os vencedores das três competições de longas e médias-metragens (brasileira, internacional e latino-americana). A mostra será aberta pela pré-estreia em Brasília de No Intenso Agora, de João Moreira Salles, um ensaio de arquivo que marca seu retorno ao cinema dez anos depois do lançamento de Santiago. A sessão é aberta ao público. 

Abacus: Pequeno o Bastante para Condenar 
“Brasília é parte essencial do circuito do festival há mais de uma década", afirma o fundador e diretor do festival. "Nada mais natural, pois é cinefílica, cinematográfica e de forte tradição documentarista. É nossa terceira casa". Fundado e dirigido pelo crítico Amir Labaki, a 22ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários conta com patrocínio do BNDES, Oi, Itaúe Petrobrás; copatrocínio da SABESP e SPCINE. Conta também com o apoio do Ministério da Cultura – Secretaria do Audiovisual, através da lei 8.313/91 (Lei Rouanet) e da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo – Programa de Ação Cultural/PROAC ICMS. 

Abacus: Pequeno o Bastante para Condenar (Dir.: Steve James, EUA, 2016, 88 min.) - Diretor do premiado “Basquete Blues” (1994), Steve James mergulha no singular processo da família Sung de imigrantes chineses, donos do banco Abacus Federal Savings, acusados de fraude hipotecária em 2012 pelo procurador–geral de Nova York, Cyrus Vance Jr., na esteira da grave crise financeira de 2008. 

Eu, Um Negro (Dir.: Jean Rouch, França, 1958, 80 min.) - Atendendo a uma proposta do cineasta Jean Rouch, jovens imigrantes que vivem de biscates no bairro de Treichville, em Abidjan, Costa do Marfim, representam diante das câmeras personagens de uma vida ideal. Contrapondo a pobreza de suas condições reais de sobrevivência, assumem nomes tirados do cinema, como Edward G. Robinson, Dorothy Lamour e Tarzan. Homenagem ao centenário de nascimento de Jean Rouch (1917–2004). 

No Intenso Agora
No Intenso Agora (Dir.: João Moreira Salles, Brasil, 2017, 127 min.) - Imagens recolhidas por sua mãe numa viagem à China em 1966 dão ao cineasta João Moreira Salles o fio inicial para este documentário. Colocando em paralelo estas imagens e outras de diversas origens e arquivos, ele capta não só aspectos de sua vida familiar como os movimentos que atravessaram alguns dos momentos políticos mais transformadores do século XX. 

Permanecer Vivo – Um Método (Dir.: Erik Lieshout, Países Baixos/ Bélgica, 2016, 70 min.) - Em 1991, inspirado pelas histórias de vida de algumas pessoas com distúrbios psiquiátricos, o escritor francês Michel Houellebecq escreveu seu provocativo ensaio “Rester Vivant” (Permanecer vivo). Vinte e cinco anos depois, o roqueiro norte– americano Iggy Pop extrai do ensaio trechos que correspondem a alguns de seus próprios desafios pessoais.

Perón, Meu Pai e Eu (Dir.: Blas Eloy Martínez, Argentina, 2017, 80 min.) - Autor de livros como “Santa Evita” (1996), o escritor e jornalista argentino Tomás Eloy Martinez realizou, há 45 anos, uma mítica entrevista com o ex–presidente Juan Domingo Perón. Depois da morte do autor, em 2010, seu filho Blas Martinez recupera as gravações. Inicia, então, um mergulho não só na história de seu país como em sua própria vivência pessoal. 


Quem é Primavera das Neves (Dir.: Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado, Brasil, 2017, 75 min.) - Em março de 2010, o cineasta Jorge Furtado escreve uma postagem em seu blog, indagando quem pode ter notícias sobre a tradutora Primavera das Neves, cujo nome o fascina. A busca o leva ao encontro deste documentário, em que é guiado por amigas de infância da tradutora, Eulalie Ligneul, e a artista plástica Anna Bella Geiger. 

Sal para a Svanécia (Dir.: Mikhail Kalatôzov, Geórgia, 1930, 62 min.) - Neste retrato etnográfico nada convencional da vida de uma isolada comunidade camponesa no Cáucaso, o cineasta georgiano Mikhail Kalatôzov incorporou materiais filmados originalmente para uma ficção que realizou no local, mas que não foi acabada. O resultado é um filme híbrido, com roteiro do escritor Serguei Tretiakóv, frequente colaborador da revista LEF.

Brasília
De 4/5 a 7/5 
Local: Espaço Itaú de Cinema / Shopping Casa Park SGCV, s/n – 3A – Guará Sala 7 (97 lugares) Ingressos são retirados na bilheteria uma hora antes da sessão

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