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Gabriel Martins comenta sobre o seu curta, Nada

Integrante da mostra competitiva do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o curta-metragem Nada tem direção do cineasta mineiro Gabriel Martins. Na entrevista a seguir, o diretor comenta um pouco sobre o seu filme. A trama fala de uma adolescente que não quer fazer nada quando o assunto é estudar.

Além de dirigir, você também escreveu Nada. De onde veio a ideia para o roteiro?
Me veio a imagem de uma menina que respondia que não queria fazer nada. A partir dessa imagem e cena todo o resto foi se desenrolando.


Você acredita que existe uma cobrança para que crianças e jovens decidam o que "querem ser quando crescer"?
Certamente. Nossa sociedade é muito impositiva, principalmente na relação com trabalho. A educação em certo período se volta mais para uma formação de mercado/vestibular do que qualquer outra coisa.

Como foi a experiência de levar seu filme ao festival de Cannes?
Foi intensa e muito positiva, principalmente pela atenção que o filme recebeu.


A produtora Filmes de Plástico volta e meia aparece no Festival de Brasília. Como você avalia o festival?
Esse ano promete ser uma virada muito positiva ao ampliar os seus escopos. A tradição do festival e sua história são valiosos e este ano me parece existir a vontade mais cinéfila e ampla de brindar essa trajetória.

Fale um pouco mais sobre os novos projetos da Filmes de Plástico.
Estamos no momento terminando de montar No Coração do Mundo, dirigido por mim e Maurílio Martins. Filmamos agora em agosto e setembro o Temporada, filme novo do André Novais Oliveira. São os projetos que vamos lançar no próximo ano. Em breve filmo também o primeiro longa que vou dirigir sozinho, chamado Marte Um.

*Por Michel Toronaga - micheltoronaga@cine61.com.br

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