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Superdotada sofre bullying no longa Menina de Barro

O bullying (agressão intencional, verbal ou física, feita de maneira repetitiva) será temática recorrente no segundo dia da Mostra Brasília. No longa-metragem Menina de Barro, que será exibido na terça-feira (19), o cineasta Vinícius Machado, de 32 anos, leva o espectador ao ambiente escolar. Gravada em 2015 e finalizada em 2017, a produção independente contou com financiamento colaborativo de R$ 14 mil.


Fotos: Jorge Neto
Ela apresenta Diana, uma menina com altas habilidades que, aos 12 anos, tem de lidar com o estigma de ser superdotada. “Tanto a superdotação quanto o bullying são temas de trato marginal no Brasil e que devem ser levados a sério”, defende o diretor. Para ele, levar a abordagem ao Festival de Brasília é fundamental para quebrar mitos e estereótipos, além de fortalecer o combate a esse tipo de violência. “A mostra é uma vitrine nacional, por isso é tão importante apresentarmos essa visão.”


A obra é um desdobramento do curta-metragem Diana, de 2014, que deu início ao projeto de Menina de Barro. Intérprete das duas propostas, a atriz Rafaela Machado, de 15 anos, prima do diretor, foi uma das razões para que a película fosse possível. “Prometi que faria uma obra especialmente para ela atuar, ficamos muito felizes com o resultado”, conta o cineasta. Estreante na Mostra Brasília, Machado é vocalista, integra um grupo de dança, é professor de hip hop e membro de grupo de teatro. Ele escreveu e dirigiu o curta-metragem Errantes (2012) e o longa-metragem Errantes: o Abandono dos Órfãos (2013).

*Por Gabriela Moll, da Agência Brasília

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