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Tradicional Festivalzinho traz sessões infantis

O Festivalzinho apresenta em sua programação uma seleção com curtas-metragens destacados em edições recentes da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis escolhidos pela curadora do evento, Luiza Lins, e ainda dois longas-metragens convidados, O Colar de Coralina e Sobre Rodas. Além do Cine Brasília, o Festivalzinho será realizado, sem sessões vespertinas, no Teatro da Praça de Taguatinga, no Salão Comunitário da Administração do Riacho Fundo I, no CG do Gama e no Teatro de Sobradinho. As sessões são gratuitas, abertas ao público em geral, e voltadas, especialmente, para alunos da Rede Pública de Ensino. Escolas públicas e bibliotecas de diversas regiões administrativas também recebem, em DVD, curtas do Festivalzinho para exibição em seus próprios espaços.

O Melhor Som do Mundo
O Melhor Som do Mundo. Direção: Pedro Paulo de Andrade. Ficção, 13 min, 2015, SP, livre. Vinicius não coleciona figurinhas, carrinhos ou gibis. Ele coleciona algo que não pode ser visto nem tocado: os sons do mundo. Mas essa não é uma tarefa fácil, especialmente quando ele decide encontrar o melhor som do mundo. Meninos e Reis. Direção: Gabriela Romeu. Documentário, 16 min, 2016, SP, livre. Num dos folguedos mais populares do Cariri cearense, o palhaço pinta a cara de preto, crianças aprendem a jogar espada com destreza e meninas crescem como rainhas. Mas Maria, a rainha de um dos reisados mais tradicionais da região, está no último ano de reinado.

Virando Gente
Virando Gente. Direção: Analúcia Godoi. Animação, 10 min, 2013, SP, livre. O menino Bruno conta como começou a perceber a si mesmo e o mundo ao redor desde quando estava na barriga da mãe. No Fim da Trama. Direção: Patrícia Monegatto. Ficção, 13 min, 2016, SC, livre. Léo, um menino de 10 anos, está apreensivo. É dia de São João e ele foi nomeado o condutor da dança do Pau de Fitas. Ao lado de Estela, seu par, Léo tenta resistir à pressão exterior e recordar-se de cada passo, para que cada gesto ensaiado saia perfeito. Um passo em falso pode travar a fita, interromper a dança e pôr fim na trama. H2Obby. Direção: Flávia Lopes Trevisan. Animação, 4 min, 2015, SP, livre. Hobby é um cachorrinho muito curioso que encontra em um cubo de gelo um novo e animado amigo. No entanto, com o evoluir da história, contratempos transformam essa recente amizade em um desafio. Será que Hobby conseguirá mantê-la? O Jovem Príncipe. Direção: Ducca Rios. Animação, 3 min, 2015, BA, livre. O Jovem Príncipe pede ao Rei que lhe dê um pônei e o Rei o imagina como guerreiro de sua cavalaria. Eles vão ao bosque encantado e vários pôneis e criaturas encantadas se apresentam ao garoto, porém ele não gosta de nenhum.

O Colar de Coralina
Sobre Rodas. Direção: Mauro D’Addio. Ficção, 72 min, 2016, SP, livre. Lucas, 13 anos, passa a depender de uma cadeira de rodas após sofrer um acidente. Laís, 12 anos, ajuda sua mãe na barraca de café da manhã numa parada de caminhões na pequena cidade onde vivem. A garota adoraria conhecer o pai, um caminhoneiro que deixou a cidade quando ela era criança e nunca voltou. Laís e Lucas tornam-se amigos na escola e quando ela descobre o possível paradeiro do pai, os dois partem em uma viagem. O Colar de Coralina. Direção: Reginaldo Gontijo. Ficção, 90 min, 2016, DF, livre. Inspirado no poema O prato azul-pombinho, no qual a poeta Cora Coralina narra o cruel costume de castigar crianças que quebravam uma louça amarrando cacos da “bendita preciosa” em seus pescoços. A história se passa no finalzinho do século XIX na cidade de Goiás Velho, antiga capital do Estado, com diversos episódios da infância da poeta, narrado de forma lúdica, dramática e envolvente, como sua poesia.

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