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Descendentes italianos estão no documentário Pra Ficar na História

A Epifania Filmes e Teimoso Filmes e Artes, em coprodução com Globo Filmes e GloboNews, apresentam o longa-metragem Pra Ficar na História, de Boca Migotto (Filme sobre um Bom Fim). O documentário acompanha o dia-a-dia do descendente de italianos Luiz Henrique Fitarelli. Há mais de dez anos, ele constrói seu próprio povoado colonial em Garibaldi (RS). A Villa Fitarelli, como é conhecida, também serve de museu e locação para filmes e novelas de época, como a recente Tempo de Amar, da TV Globo. O filme entra em cartaz no dia 8 de março (qui) em Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ). Estão previstas também exibições em Bento Gonçalves (RS) e Caxias do Sul (RS). Pra Ficar na História tem produção executiva de Fabiano Florez e Mariana Mêmis Müller e distribuição de Tathiana Mourão, da Pipoca & Filmes. 

Fotos: Bruno Polidoro
Entre dois continentes, a equipe do documentário acompanhou a rotina de Luiz Fitarelli durante 17 dias, com imagens captadas em Garibaldi, na serra gaúcha, e nas cidades italianas de Lentiai, Marostica, Canal San Bovo e Padova. "Levamos nosso protagonista para o norte da Itália, região de onde vieram seus antepassados e para onde ele faz o caminho inverso, em busca de suas origens", comenta o diretor Boca Migotto, que também assina o roteiro. "Pra Ficar na História aproxima o Brasil e a Itália a partir das histórias em comum e da busca pela preservação da memória que une estes dois países", resume o cineasta.


Fitarelli é um apaixonado por antiguidades. Desde os 12 anos, coleciona os objetos de seu acervo, que chegam a milhares. As peças incluem barris de vinho, móveis coloniais e inúmeras ferramentas. Do próprio bolso, Fitarelli construiu uma autêntica vila do final do século XIX, que inclui uma capela, estábulos e moinho com roda de água. "Em sua cidade, comentavam que se tratava de uma figura incomum que gastava dinheiro construindo ‘aquela vila italiana’”, relembra o diretor. Boca Migotto encontrou inspiração na história do colecionador enquanto gravava uma série de televisão dentro da Villa Fitarelli, em 2009. "Foi neste momento em que o excêntrico personagem virou visionário e ali nasceu a ideia do documentário", conclui.

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