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Diversidade sexual nos curtas do 4º Cine Jardim

A noite da última quinta-feira do  4º Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, em Pernambuco, trouxe como foco a diversidade sexual em seus quatro curtas-metragens. A começar por O Quebra-cabeça de Sara, de Allan Ribeiro. O diretor carioca fez um documentário sobre uma mãe que descobriu que a filha era lésbica. Filmado em preto e branco com uma fotografia intimista e repleta de detalhes, o filme é humano e verdadeiro.

Vaca Profana
Vaca Profana, de René Guerra, arrebatou o público ao contar a história de uma travesti que sonha em ser mãe. As atrizes Maeve Jinkings e Roberta Gretchen Coppola extrapolam talento neste sensível drama. Edney, de João Roberto Cintra, trouxe a delicadeza de um homem gay que concilia o trabalho num restaurante e outro na noite, quando canta músicas num clube noturno. Delicado, o curta mostra a contraditória situação do protagonista interpretado por Heraldo Carvalho - que voz!. Um artista nato que usa uma máscara no cotidiano.

Edney
Por fim, o último curta da noite foi Ainda Não, de Julia Leite. Na trama, Marina recebe a visita da mãe (Gilda Nomacce), que não sabe a verdadeira orientação sexual da filha. Após o curta, a noite foi fechada com Açúcar, de Renata Belo Pinheiro e Sérgio Oliveira. A produção pernambucana é um complexo retrato de como as raízes escravocratas permanecem na sociedade brasileira. No elenco, novamente Maeve Jinkings e Magali Biff. Aguarde uma crítica completa sobre este longa aqui no Cine61!

*Por Michel Toronaga - micheltoronaga@cine61.com.br

O jornalista viajou a convite da organização do Cine Jardim

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