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Cidades flutuantes no último dia da mostra competitiva

O último dia da Mostra Competitiva da 20º edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica 2018) aconteceu no último sábado (09). O Cine61 – Cinema Fora do Comum acompanhou a sessão. O primeiro filme a ser exibido foi Água Mole, de Laura Gonçalves e Alexandra Ramires. É uma animação de Portugal. Na trama, os últimos habitantes de uma aldeia não querem cair no esquecimento. Em nome do progresso, resistem numa casa flutuante.

Água Mole
O segundo do dia, o documentário Nueva Venecia é uma produção do Uruguai, de Emiliano Mazza de Luca e Martha Orosco. Assim como Água Mole, aborda uma comunidade de pescadores de Nueva Venecia, uma pequena aldeia que existe sobre palafitas acima do Lago Tota, com casas, escolas e até um campo de futebol que flutuam.

Nueva Venecia
O longa representa o dia a dia da comunidade, como jovens cortando cabelo, crianças jogando futebol, médico atendendo pacientes e lojistas vendendo produtos. Após sofrerem um ataque de forças paramilitares, a aldeia precisou se reinventar. O diretor transmite, mesmo com o sofrimento, a alegria e a simplicidade dos moradores, com cenas positivas e líricas do cotidiano de Nueva Venecia.

*Por Vinícius Remer Silva - Especial para o Cine61 - contato@cine61.com.br

O jornalista viajou a convite da produção do festival


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