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Aulas que Matei mostra drama de colégio da periferia

O Distrito Federal e a Bahia ganharam à telona do Cine Brasília na Mostra Competitiva do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, na sessão realizada na última quarta-feira (19/01). Por lá, a capital federal marcou presença com o curta-metragem Aulas que Matei, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia.


A produção do DF, Aulas que Matei, retrata a rotina de alunos e professores dentro de uma escola da periferia da capital federal. As cenas são cotidianas e, infelizmente, rotineiras. Infelizmente porque a realidade revelada é revoltante. Salas vazias, professores indignados com maus-tratos dos próprios docentes para com seus estudantes, e uma triste batida policial em uma sala de aula que não aparenta nenhum perigo. O filme é de indignação e retrata a vida dentro destas escolas. Centros de ensinos expostos ao preconceito. 


Para dar um tom mais crítico a produção, uma cena de um policial levitando seguida por cadeiras dispostas no meio da rua de forma ordenada e, na sequência, desordenada, dá uma estocada no preconceito dos policiais para com os estudantes da periferia. O filme é até interessante, mas parece que falta algo. O tempo é pouco aproveitado e a crítica cai no clichê ao valer-se de metáforas previsíveis e batidas. Há recheio na mão. Mas falta colocá-lo no bolo. 

*Por Clara Camarano - contato@cine61.com.br

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